101 | O incentivo dos docentes


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Neste episódio, Rafael Franças (@literariocast) e Marcos Dorian Sá (@marcosdorian) bateram um papo sobre a o incentivo literário na perspectiva do docente e como a conquista do respeito dos estudantes pode se tornar algo significativo.

 

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  • Maria Faria, 33 anos, de Uberlândia
    Olá! Se o assunto é educação e o Marcos está envolvido pode ter certeza que a discussão será boa. Tive pouquíssimos professores que adotavam a filosofia do Marcos, mas como aluna que fui, pelo menos com minha geração funcionava. Acho que além de metodologia existe outra coisa muito importante para ser um educador incentivador: paixão pelo que faz. Abraço!

    • Sem dúvida Maria! Um professor sem vocação não é professor!

  • OLucasConrado

    Fala pessoal, beleza?

    Então, vou contar aqui a minha experiência pessoal. Só fui me interessar por livros aos 17 anos, quando me formei no Ensino Médio. Antes disso, só tinha lido os Harry Potter que saíram até então, mas não me interessava por nenhum outro livro. Até livros que as pessoas consideram divertidos desde a infância, tipo a Coleção Vaga-Lume me causavam repulsa. Por quê?

    Primeiro, aqui em casa, não tínhamos o exemplo da leitura. Apesar de meus pais falarem que era importante a gente ler, quase não tinham livros em casa. E eles não tinham esse hábito.

    Segundo, nunca fui estimulado a ler na escola. Os professores tentavam falar das obras e tal, mas cara, coisa imposta não é legal. Por mais que um professor fale que tal obra é legal, chegar pra um aluno e falar “leia Memórias Póstumas de Brás Cubas até o dia 30 porque vamos fazer uma prova” não é o tipo de coisa que me estimula. Não me dá gosto alguém chegar pra mim e ameaçar me reprovar por “não ter interpretado uma obra direito”.

    Aliás, esse é outro problema em aula de literatura e mostra bem o papel da escola de reproduzir modelos e não pensar por conta própria. Nos 11 anos que passei em sala de aula, só reprovei um semestre, em literatura. Isso porque eu não interpretei textos corretamente. Interpretação não é uma coisa subjetiva? Não é pra cada um dizer o que entendeu do texto? Quando li o poema da mariposa que voou perto do fogo e se incendiou, não vi nenhuma das interpretações metafísicas que a professora deu.

    Em resumo, pelo menos nas escolas que estudei, Literatura é, leia esse livro com uma linguagem que você não está acostumado até o dia tal, interprete como eu quero ou será reprovado. Desculpa, mas prefiro ler os livros livremente, sem obrigações ou ameaças. Praticamente todos os livros que li na vida (e não foram poucos) aconteceram de forma espontânea e depois que me livrei da escola.

    Lucas Conrado
    27 anos
    Jornalista e Comissário de Voo
    Rio de janeiro

    • Opa, tudo bem Lucas? Cara, eu tenho bastante traumas com relação aos clássicos justamente por conta da escola. Mas eu tenho certeza que o problema nem foi o modelo de ensino mas sim a forma em que as obras me foram apresentadas. Como o Marcos falou, nossos professores nunca nos mostraram como aquela obra poderia ser interessante.

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