51 | Protagonistas de histórias fantásticas


Baixar MP3Baixar ZIPAssinar o Feed

 

Neste episódio, Rafael Franças (@literariocast), Anna Schermak (@annaschermak), Marcos Dorian Sá (@marcosdorian) e  o convidado Raphael PH Santos (@phsantos) bateram um papo sobre o desenvolvimento e as características dos protagonistas de histórias fantásticas.

 

Não deixe de conferir

 

Visitem as redes sociais do convidado

Programa comentado na leitura de e-mails

Pausa Para um Café

Obras comentadas

Dica da Vez

 

Acompanhe os próximos programas

 

Assine o LiterárioCast no iTuneshttp://itunes.literariocast.com/

Curta nossa Fan Pagewww.facebook.com/literariocast

Nos siga no Twitterhttps://twitter.com/literariocast

Nos siga no Google+https://google.com/+LiterariocastPodcast/

Para críticas e/ou sugestões envie e-mails para: literariocast@pausaparaumcafe.com.br

Feed do LiterárioCasthttp://feeds.feedburner.com/literariocast

Visite nossa página no YouTuner.

Visite nossa página no PodFlix.

  • Micaela Redondo

    Micaela Redondo | 25 anos | Arquiteta | Salvador – BA

    Olá pessoal!

    Queria muito ter comentado nos três últimos programas (principalmente sobre psicopatas e hannibal), mas infelizmente só parei para ouvi-los agora. De qualquer forma, estão como sempre de parabéns por todos.

    Achei rude iniciar com a questão de personagens femininos, como se fosse uma grande revolução ou novidade mulheres como protagonistas em histórias fantasiosas. Principalmente pela colocação sobre isso ser, de alguma forma, um movimento recente. Acho que o universo ficou muito limitado ao grupo “harry potter/senhor dos aneis/crepusculo/jogos vorazes”, quando temos como referência os livros da Marion Zimmer Bradley que construiu uma série enorme focada em mulheres (os livros do Ciclo de Avalon) e a própria Anne Rice com as Bruxas Mayfair. Gosto muito também de Angélica, de Anne e Serge Gollon (não é exatamente fantasioso, mas acontece tanta coisa esdrúxula que não tem realidade que torne possível). São minhas principais referencias de enredos com mulheres relevantes, multifacetadas e seguras de sua posição como mulheres – independente de serem frágeis ou fortes, bonitas ou feias, sexuais ou não. (Destaco minha simpatia por Guinevere em As Brumas de Avalon, que tem tudo para ser odiada pela sua fragilidade, submissão e mimimi – em oposição à força das mulheres de avalon – mas que, por sua construção, fica claro que isso é fruto de sua criação e educação).

    Sobre Dan Brown; gente, eu odeio ele. Me surpreendeu muito todos vocês gostarem. Peço que por favor façam um cast especial sobre ele. Quero muito saber mais o que pensam e, quem sabe, mudar de opnião!

    Ps: Gosto mais do Homem de Ferro.

    • Anna S. Alves

      Oi Micaela, tudo bem?
      Primeiramente, muito obrigada pelo seu comentário 😉
      Eu (mesmo mulher) não teria como falar de nenhum dos livros que você citou, pois não li NENHUM. Acredita? Pois é! A Guinevere eu conheço, mesmo não lendo o livro do Brumas e foi erro meu não citá-las, mas acho que eu não conseguiria acrescentar muito nesse assunto, pois realmente não conheço muito de literatura fantástica com mulheres. Como sou dessas que não lê sinopse, só pega o livro e pronto. Dificilmente eu pego um livro com protagonistas femininas por querer ou procurar. Kimaera da Helena Gomes é um que eu poderia ter citado, mas já falei muito dele no cast. Fico triste que tenha achado Rude, tentamos trazer o máximo que o que influência não é ser homem ou mulher, mas escrever um bom protagonista.

      É todo mundo aqui é team Dan Brown. A gente fez um cast sobre ele, mas nem lembro o que a gente falou direito hehehe É muito velho, nem escute (sinceridade mode on).

      Sou team Batman =/
      Obrigada por comentar! ♥

      • Micaela Redondo

        Oi Ana!

        Pode colocar As Brumas e a série das Bruxas Mayfair na sua lista, valem muito a pena! As Brumas tem o privilégio de contar a história do rei arthur totalmente pela perspectiva das mulheres, com aquele toque de magia celta. Mas não indico Angélica a muita gente; tem que ter muito estômago pra aguentar a breguice e os duzentos milhões de livros encontrados apenas em sebos.

        Vou estudar o cast do Dan Brown, rsrsrsrs

        🙂

      • Micaela Redondo

        Oi Ana!

        Pode colocar As Brumas e a série das Bruxas Mayfair na sua lista, valem muito a pena! As Brumas tem o privilégio de contar a história do rei arthur totalmente pela perspectiva das mulheres, com aquele toque de magia celta. Mas não indico Angélica a muita gente; tem que ter muito estômago pra aguentar a breguice e os duzentos milhões de livros encontrados apenas em sebos.

        Vou escutar o cast do Dan Brown, rsrsrsrs

        • Anna S. Alves

          Oi Flor! Pode deixar, vou colocar na lista. Tem um box no submarino né? Vou ver se consigo uma graninha pra comprar 😉

      • Marcos Dorian Sa

        Oi, Micaela… Minha conterrânea. Como está a nossa lindíssima cidade? Espero que esteja tão ensolarada como de costume. Então, em relação ao que você disse sobre o início do nosso papo louco sobre os protagonistas e as protagonistas, o que quisemos expor foi a comparação… Sabemos que há inúmeras obras de fantasia nas quais as mulheres são os pontos mais altos e mais fortes, mas, quando falamos de uma generalidade, percebemos que o número de obras que trabalham com o público-alvo masculino é muito maior.

        A minha luta e discussão, pelo menos, é que os autores e as autoras comecem a ver que há espaço para fazer mais. Anne Rice arrebenta, a Marion nem se fala… Mas precisamos de mais… Eu gostaria de ver muito mais heroínas sem a necessidade da beleza “global”/cinematográfica… Mas uma heroína forte, sem depender de homens e realistas…

        Um grande abraçoooo…

  • Guest

    Jogos Vorazes é um livro para menininhas e viados.

  • Guest

    Que feminista o que caralho essa miserável do caralho feminazes fdps.

  • Guest

    Quem apoia o feminismo devia levar tapa na cara seja homem ou mulher.

  • Guest

    Porra nenhuma as feminazes podem falar o que quiser mas biologicamente homens e mulheres são diferentes não tem nada dessa coisa de feminazes pregam que são diferenças “culturais’.

  • Guest

    Achei que não iria ter aquela ladainha feminista, que mulher é tão forte quanto o homem, mas aí me aparece uma personagem machona e outra que dá um pau em dois caras, e ainda quando um fica indignado que perdeu para garotas na LUTA, o outro diz que isso é machismo. Ah, faça-me o favor, estou cansado dessa merda. É difícil achar algo hoje em dia que não se preocupe com questões feministas.

  • Guest

    Harry Potter é uma merda literatura para viadinhos e baitolas leiam livros de machos porra: Game of Thrones, livros do Stephen King, Conan, livros de H. P. Lovecraft, livros Arthur C. Clarke.

    • Comentário digno de quem não ouviu nenhum episódio anterior.

    • Anna S. Alves

      Engraçado, já que você é tão foda e corajoso, pq comenta no anonimato? TA CERTÃO CARA!

  • Fabricio Felix

    Fabrício Felix | 18 Anos | Estudante | Mogi Guaçu – SP. Ouço o LC a quatro meses e esse é o meu primeiro comentário.

    A pouco mais de dois anos eu comecei a me interessar pela leitura e rapidamente procurei por Podcasts que abordassem temas literários, encontrei alguns que eram bons, mas devo admitir que esse se tornou o Podcast que me deixa mais ansioso com seus temas sempre diferentes e interessantes.

    Rafael Franças e Anna Schermak, vocês merecem palmas pelo trabalho de vocês, espero que continuem trilhando o caminho rumo ao sucesso, um grande abraço de um ouvinte fiel.

    PS: Acho que seria legal se os ouvintes que comentam deixassem além dos dados básicos, o nome do livro preferido ou então o que está lendo no momento, assim se tem uma ideia minima dos gostos literários do publico.

    • Nossa cara, muito obrigado por ter comentado! Fico muito feliz em saber que você nos acompanha nesse tempo, e das próximas vezes, não exite em comentar!!! Com relação a sua sugestão, vou começar a pedir na leitura de e-mails, ok? Até mais!

      • Fabricio Felix

        Obrigado pelas respostas Anna e Rafael.
        É muito bom descobrir que as sugestões dos ouvintes podem ser levadas em consideração 🙂

    • Anna S. Alves

      Que lindo *-*
      Obrigada Fabrício, Fico tão feliz em ler um comentário assim!

  • Júlio

    Esse foi o primeiro cast que ouvi de vocês. Um amigo já tinha me indicado, decidi de vez dar a chance quando vi que o PH ia participar. Achei muito legal, vou atrás dos outros programas. Mas tenho algumas considerações saudáveis para fazer.

    Primeiro sobre o formato do cast:

    A edição é muito legal, parabéns! Mas acho que os e-mails no começo é uma coisa meio falha. Sei que vem de um certo padrão (nerdcast), porém acho que espanta novos ouvintes e aqueles que, por alguma razão, pularam o programa anterior. Especialmente quando o quadro de e-mails é tão grande. De resto, tudo ok!

    Sobre a discussão:

    Muita boa mesmo! Deu uma leve fugida do gênero de fantasia mas nada que incomodasse. Apenas senti muita falta de alguém ter citada a trilogia Fronteiras do Universo, especialmente com o foco que o cast teve nas protagonistas femininas. Para mim, a Lyra é uma das personagens melhor desenvolvidas numa série de livros de fantasia e a adição de protagonistas que entram apenas no segundo e terceiro volume é uma característica um tanto quanto rara. Também recomendo (mas nem tanto assim) a série A Sétima Torre, de Garth Nix, pois o casal de protagonistas segue o estereótipo de um jeito invertido, o garoto é frágil e indefeso enquanto a menina é uma guerreira nata e endurecida.

    E é isso! Agora vou ouvir os outros programas.

    Obrigado pelo belo podcast!

    • Opa, tudo bom Júlio? Com relação ao formato e a leitura de e-mails é algo que eu e os integrantes da equipe já conversamos bastante. Por isso temos o aviso, caso o ouvinte não queira ouvir ou não saiba sobre qual programa é a leitura de e-mails é só pular. Sobre o programa, de fato, no final fugimos um pouco da temática fantástica mas foi importante exemplificar com personagens de outros gêneros literários. Obrigado por comentar e por ir atrás dos outros programas! Até mais!

      • Júlio

        Quando eu comecei a ouvir outro episódio que eu percebi que devo ter passado despercebido pelo aviso. Ótima solução, por sinal!

        • Da próxima vez deixe os dados cara! Nome, idade, profissão e cidade/estado!

          • Júlio

            Júlio Rocha, 21, Praticamente jornalista, Curitiba – PR. Antes tarde do que nunca haha

    • Anna S. Alves

      Oi Júlio, tudo bem?
      Primeiramente queria agradecer seu comentário, é muito bom quando alguém consegue fazer uma crítica construtiva bacana.
      A gente sempre pensa muito sobre os comentários como o rafa falou no comentário abaixo e a gente sempre tenta melhorar de alguma forma. Obrigada pela sua opinião sobre isso.

      Quanto a discussão, você não faz ideia como é difícil manter a pauta hahahahahaha sorte que o Rafa edita, mas a gente tenta e muitas vezes consegue. O legal é que quando a gente “sai da pauta” sempre acaba gerando pauta para casts futuros.

      Fico feliz que tenha curtido e sentido vontade de ouvir outros casts. Só não “ouva” ou muito antigos, a gente era muito ruim hehehehe 😉
      Beijos!

  • Carlos

    Os piores monstros são aqueles que criamos. Considere que supondo que ao contrário de a cada ano ser obrigado a retornar ao orfanato onde ele não podia praticar magia, onde era um mero “ninguém” sem talento ou conhecimento e nem habilidades o Tom Riddle fosse adotado por alguma família de bruxos ou pudesse viver entre eles? O cara é um orfão que não tem nada na vida e é um excluído social e de uma hora para a outra descobre que é um bruxo poderoso, ultimo descendente de uma linhagem lendária, talentoso e brilhante sem igual. No mundo dos bruxos ele é respeitado e admirado e importante. Ai todo fim de ano escolar ele tem que voltar para a vidinha mediocre e miseravel que ele tinha antes. Percebe ai uma forte possibilidade de ele passa a odiar o mundo dos trouxas? Percebe um adolescente ano após ano guardar ressentimento e raiva? Pode não ser razão suficiente. Mas com toda certeza pode ser considerado um fator a favor dele abraçar a filosofia de “pureza sanguínea” da elite dos bruxos e do ancestral dele.

  • Roman Schossig

    Roman Schossig – 33 anos – professor e escritor – Curitiba

    Cá estou de volta para elogiar e comentar o episódio!

    Concordo com a Anna Schermak sobre os coadjuvantes serem mais interessantes. Realmente, por vezes não conseguimos nos ver como protagonistas de nossa história ou dos eventos que nos cercam, então acabamos nos identificando mais com os personagens secundários… Mas há outra questão: em geral estes personagens secundários são adotados como preferidos por nós, mediante nossa própria escolha, em contraste com o protagonista que parece imposto pelo autor e nos é empurrado goela abaixo, e tanto pior se a narrativa for longa(“este é o personagem principal. Eu gosto dele e você tem que gostar também… Pelas próximas 500 páginas”).

    • Pois é cara, essa questão do protagonista ser imposto pelo autor acontece demais. Muita das vezes parece até que os personagens secundários foram feitos para nós. Até mais e obrigado por comentar cara!

  • Dinei Junior

    Dinei Júnior; 26 anos; Londrina – PR

    Olá pessoas do Literáriocast.
    Concordo com o fato de que qualquer personagem pode ser quem o autor deseja e a diferença de ser bom ou ruim estará no modo que o autor escreve. tem personagem que eu odeio e gosto ao mesmo tempo, Bentinho, por exemplo, Machado construiu um cara irritante que é tão bem construído que eu gosto. Vocês têm em mente alguma personagem que seja odiado e bem quisto ao mesmo tempo? Se tem, qual?

    O sotaque contrastante de PH Santos no literáriocast deve ser trazido mais vezes. Isso ameniza minha saudade de ouvir algo mais parecido com o meu sotaque, que é do interior interiorano Baiano.

    • O Walter White é bem esse personagem que você comentou, que você gosta e odeia ao mesmo tempo. Pode ficar tranquilo que o PH vai voltar outras vezes! Até mais e obrigado por comentar cara!

  • Eu sou apaixonado por histórias que mostram a transformação de um personagem (Breaking Bad é minha série favorita, e eu acho que o Jesse mudou/evoluiu sim do início pro final), mas a Lisbeth Salander é uma personagem que não muda em quase nada ao longo de 3 livros, ainda assim ela é uma das mais marcantes e carismáticas não só de Millenium, mas da literatura atualmente. Aldo o Apache em Bastardos Inglórios é o único personagem do filme que não muda em nada, do início ao fim, e também é outro querido pelo público, então eu não diria que os personagens deveriam sempre evoluir ou mudar.

  • Felipe Fraga – 19/20 pontos de carisma – Santa Personalidade – lendo “A Batalha do Apocalipse” e “Planeta dos Dragões”.

    O podcast ficou legal, e depois do que foi dito no podcast não tenho muito a acrescentar a discussão, como dito tudo depende do talento do escritor para fazer um personagem, um cara que soube escrever uma personagem feminina é o Calvin que criou a “Ruby Sparks” :p. Sobre coadjuvantes acredito que um dos motivos de serem queridos é que assim como alguns vilões, eles são um pouco trabalhados, todavia como não são tão aprofundados como o protagonista, deixando assim aquele gostinho de “quero mais” e citado o que PH bem disse, “ai peRde a magia”(leia-se com sotaque). Um ponto que levanto é que em livros parece ter mais espaço para mais personagens, do que em filmes, como o tempo é mais curto deve ser mais complicado a inserção de vários e o público lembrar quem é quem, mas em filmes a caracterização também pode ser mais rápido pelo visual, que o livro não tem. É isto pessoal e até próxima Literatléticos.

  • Pingback: LITERÁRIOCAST 52 | Professores e o sistema educacional – LiterárioCast()

  • Aline Viana

    Caros só um aparte, Brienne nunca, jamais, usaria um ‘batom se o tivesse à mão’. Ela é a coisa menos menininha que há. A personagem é absolutamente desconectada do estereótipo da feminilidade. Nas cenas em que ela tem que usar vestido, ela mal sabe andar, se estranha, não sabe se portar. De grande estatura e sem um apoio materno, a personagem nunca soube direito lidar com seu lado feminino.