52 | Professores e o sistema educacional


Baixar MP3Baixar ZIPAssinar o Feed

 

Neste episódio, Rafael Franças (@literariocast), Marcos Dorian Sá (@marcosdorian), Mateus Lins (@mr_lins) e o convidado Lucien, o Bibiotecário (@lucienobiblio10) bateram um papo sobre a literatura na escola, a formação de novos leitores e o sistema educacional brasileiro.

 

Não deixe de conferir

 

Visitem as redes sociais do convidado

Programa comentado na leitura de e-mails

Dica da Vez

 

Acompanhe os próximos programas

Assine o LiterárioCast no iTuneshttp://itunes.literariocast.com/

Curta nossa Fan Pagewww.facebook.com/literariocast

Nos siga no Twitterhttps://twitter.com/literariocast

Nos siga no Google+https://google.com/+LiterariocastPodcast/

Para críticas e/ou sugestões envie e-mails para: literariocast@pausaparaumcafe.com.br

Feed do LiterárioCasthttp://feeds.feedburner.com/literariocast

Visite nossa página no YouTuner.

Visite nossa página no PodFlix.

  • Alexsandro Reinaldo

    Parabéns pelo maravilhoso podcast!!! Fiquei apaixonado pelos professores.
    Sucesso e continuem compartilhando conhecimento.
    Abraços, Léo.

  • Ricardo Luís

    Ricardo Luís, 21 anos, estudante de Engenharia de Energia.

    Olá, pessoal! Estou muito feliz por ter descoberto o literariocast! Acredite, vocês fazem as minhas horas de estudo de cálculo diferencial bem mais divertidas. Quero parabenizar por todos pelo ótimo debate neste último podcast, que me fez refletir sobre tantas coisas.

    Quanto a minha iniciação na literatura, devo admitir que eu sempre fugir de qualquer compromisso em ler os clássicos brasileiros. Nunca tive muita paciência para isso, infelizmente. Os professores passavam os livros para a gente na escola, mas ninguém lia e todos pegavam resumo na internet para apresentar trabalhos ou fazer as atividades. A própria professora de literatura, diante daquela cena lastimável, começou a incentivar nossa ida ao google para buscar os resumos. Pelo menos assim, ao menos, a turma conheceria um pouco da obra e poderia comentar na sala de aula.

    Atualmente, eu leio bastante literatura infanto-juvenil estrangeira, como os livros da trilogia Fronteiras do Universo e da saga Percy Jackson. Devo dizer que me preocupo, sim, com o meu costume de só ler livros traduzidos do inglês. O que acontece é que os livros estrangeiros tem uma linguagem diferenciada daquela nascida no próprio Brasil. Deixe-me explicar: o brasileiro, quando escreve um livro, tem toda a liberdade para brincar com as palavras da própria língua. Ele pode tecer uma narrativa tal um artesão, escolhendo palavra por palavra e construindo, ao final, uma bela obra de arte. Quando pegamos um livro estrangeiro, somos fadados a ler uma literatura construída para ser uma obra-prima do inglês, não do português. E isso reflete na forma em que vamos escrever. Uma pessoa que nunca leu um livro nacional, por exemplo, não conseguirá brincar com as palavras como um autor brasileiro. Pelo menos esse é o meu ponto de vista. Não pensem que eu estou me excluindo dessa crítica. Eu bem que tento intercalar minhas leituras com obras nacionais, mas quando Peeta está prestes a morrer e Katniss parece que não vai chegar a tempo para salvá-lo, enterro meus livros de José de Alencar no armário e vou ler vorazmente Jogos Vorazes. Abraços e até mais!

    • Opa, tudo bom Ricardo? Cálculo diferencial… me lembra os tempos de faculdade. Pois é cara, apesar de eu concordar que os autores brasileiros podem (e alguns até fazem isso) brincar com as palavras e elaborar uma narrativa mais rebuscada eu acredito que hoje em dia não é muito assim. Muito dos autores nacionais, pelo menos os jovens autores, se inspiram nessas obras gringas que você comentou e por isso a escrita e a leitura não ficam tão densas ou “cult”. E deixo claro que isso não é ruim, indiretamente torna a obra mais acessível. Até mais cara e obrigado por comentar.

      • Izaque Fernando

        Incrível!. Eu pensava que esse vicio de ler somente autores estrangeiros era só eu que tinha. Mas ultimamente como o Rafael França citou, esta chegando uma leva de escritores brasileiros com um vocabulário agradável, e com uma boa imaginação fictícia em seus livros.

  • Pingback: CabulosoCast #104 - A História sem Fim | Leitor Cabuloso()

  • Micaela Redondo

    Micaela, 25 anos, Arquiteta. Salvador-BA

    Amei essa edição do cast, foi minha preferida! Também quero casar com o Marcos, pode colocar meu nome na fila. Me ofereço também à caça de certos professores de literatura baianos de grandes escolas particulares, os quais também odeio.

    Mas, falando sobre leitura de clássicos da literatura brasileira nas escolas, tive uma experiência um pouco diferente. Durante alguns anos do meu ensino fundamental e médio eu tinha uma professora que eu amava e que dava aulas maravilhosas sobre escolas literárias brasileiras. Nesta época, li muitos clássicos por conta própria, como forma de entender melhor o que via nas aulas. Porém, muitos eu lia com a impressão de que para mim não era a hora para aquele tipo de coisa. Não só pela narrativa, mas também pelas histórias e informações. O maior exemplo disso foi Viva o Povo Brasileiro, que eu li por um misto de obrigação/curiosidade e odiei, mas anos depois decidi ler novamente e não só se tornou um dos meus livros preferidos, como também me deixou faminta por qualquer livro de João Ubaldo Ribeiro.

    • Opa, tudo bem Micaela? Nossa, que bom que você teve uma experiência diferente. O Marcos é de fato um exemplo a ser seguido e você é prova que o esforço de um professor dá resultado. Incentivar e motivar os alunos é chave!

  • Felipe Fraga – 20ª série – Professor São Paulo

    Fala pessoal, eu nunca tive um receio com a leitura; sempre gostei, mas era algo meio platônico, quando pequeno não cheguei a ler um livro completo, na quarta série lembro da professora ler “A Ilha do Tesouro” da coleção Vagalume, um pouco a cada aula e tentei ler um da coleção mais parei no meio. Minha experiência como professor, e as vezes dar aula para as crianças na igreja, e sempre penso que se não for dar uma aula que mude nada, o pensamento delas, parece perda de tempo. Até LiteRATOS de Biblioteca .

  • Pingback: LITERÁRIOCAST 53 | Bibliotecas do Brasil ao Canadá – LiterárioCast()

  • Pingback: Dia do Podcast - o que eu ouço por aí... - A mãe preta()