61 | Dicas de Redação


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Neste episódio, Rafael Franças (@literariocast), Marcos Dorian Sá (@marcosdorian) e Mateus Lins (@mr_lins) bateram um papo sobre o que é mais importante considerar na hora de redigir uma redação.

 

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  • Janaina Muniz

    Vou escrever aqui meus “dois tostões” sobre a questão das aulas de Atualidades nas escolas (na verdade não é só sobre a aula de Atualidades, é sobre a educação em si):

    Nas instituições educacionais conhecidas como “de ponta”, o aluno vai pra escola, passa 5 horas lá dentro, depois, se for de uma “turma especial”, “turma de olimpíada” ou “turma do ITA” passa mais 3 horas. Aí vai pra aula de Atualidades não sabendo porra nenhuma (desculpe o meu francês) do que se passa ao redor. Às vezes, fica tão enfurnado nas dependências do colégio que não sabe nem se choveu ou não. Então, o professor sabichão vai e vomita além dos fatos da Atualidade, um monte de juízos de valor que o aluno, por viver naquele mundo de concordar com tudo o que o professor diz, vai absorver sem objeção.

    Quando eu era estudante, cansei de ouvir do professor, não só de Atualidades, mas de Física, Matemática, Geografia, História dizendo: se a questão te pedir isso você vai fazer tal coisa. Como se conhecimento fosse uma receita de bolo. E muitas escolas, infelizmente, ensinam mais como fazer uma prova do que ajudar a desenvolver habilidades críticas ou de linguagem, etc.

    O pior é que o estudante, de 16/17 anos, naquela neura de “tenho que tirar mais 710 pra conseguir o melhor curso senão vou arruinar minha vida e virar gari!” (como se gari fosse uma profissão indigna), aceita tudo o que estrutura escolar impõe sobre ele.

    Desculpa, foi um desabafo e acabou que não tem nada a ver com o episódio. Acho que “fugi do tema”. #PiadaTosca

    Janaina Muniz, 28 anos, Fortaleza/CE

    • De modo algum você fugiu do tema. A realidade nas escolas hoje é justamente essa. Como leciono em uma instituição particular para turmas de ensino médio sei muito bem o que você está comentando. Já gravamos um programa sobre o sistema educacional mas cabe gravarmos outro focando nessas questões. Até mais e obrigado por comentar!

  • Catherine Campestrini Bittenco

    Bem, antes de mais nada, eu morro de rir com os seus comentários a respeito dos meus comentários.
    Bem, falando sério, simplesmente adorei o tema do programa!
    Redação é algo que sempre soube fazer. Nunca tive dificuldade em falar sobre um assunto, ou até mesmo ser petulante ao comentar sobre alguma coisa. Vide as coisas que escrevo por aqui.
    A boa redação é aquela na qual o estudante possui conhecimento variado. Não estou dizendo que é fácil, ou que mesmo com a Internet ele conseguirá ter uma vasta informação. Engraçado. Com o mundo conectado acreditava-se que a rede proporcionaria um número maior de pessoas mais bem informadas. Mas, no final das contas, o conhecimento ele está espalhada por diversos sites, mas cabe à pessoa correr atrás.
    Uma boa redação requer muito esforço. Mas, engraçado, o aluno já não deveria ter sido treinado desde a época da alfabetização?
    Eu tinha uma professora de geografia que fez algo brilhante em sala de aula. Ela nos passou um trabalho no qual todos os dias deveríamos comprar o jornal, escolher um assunto, recortar e depois falar dele a respeito. Na época eu tinha 13 anos e, para ser bem honesta, não entendia o que raios aquela professora queria. Porém, quando estava na metade do projeto – que durou 30 dias – descobri que estava entendendo um pouco mais assuntos que normalmente adolescentes pouco se importam. Eu gostei de poder falar a respeito de alguma argumentação. Gostei porque conseguia conversar sobre coisas sérias com os meus pais. Atualmente, este tipo de professor tem sido cada vez mais raro. É como a Janaína comentou: os professores não educam. Eles passam um monte de informações que mais lhes convém. Ou, como vocês mencionaram: O professor simplesmente diz como o aluno deve escrever o texto e a coisa fica por isso mesmo. Puxa, ninguém tá em um curso de Jornalismo no qual precisa padronizar o texto e escrever logo de cara o lead. Ninguém precisa fazer aquele maldito primeiro parágrafo jornalístico explicando quem, como, onde e porquê. Na redação você pode ir além. Claro, a ideia de começo, meio e fim é padrão. Todavia, dizer detalhadamente como o estudante deve escrever, quais caminhos tomar… Sério, isso é absurdo! Esse método não ensina nada.
    O que tenho percebido, em um modo geral, é que a escrita tem se tornado um ato cada vez mais “complicado” para as pessoas. Eu trabalho com o público e há casos que eu preciso fazê-los escrever uma carta de próprio punho. E, acreditem, isso dá trabalho. A maioria das pessoas – mais velhas ou mais novas – simplesmente travam. Elas me observam como se eu estivesse pedindo algo surreal. No final das contas, sou eu quem dita a carta, caso contrário, elas não escreveriam nem ao menos uma linha.

    PS: só pra ensinar à vocês; o Bittencourt fala-se “Bitencur”. Hahahahahahaha!! Não vou ser mais malvada e deixá-;los loucos tentando falar meu sobrenome hahahaha!!!

    • Pois é, tudo relacionado a educação hoje merece ser debatido e muitas coisas merecem ser mudadas ou fiscalizadas. Felizmente no cast focamos no que de fato é importante frisando sempre que o que é necessário é estudar (por mais que o objetivo das iniciais fossem “treinar” o aluno). No próximo cast vou ler o seu comentário como Catherine Campestrini B. kkk

    • Talison

      Com relação à internet e informação, é curioso, ainda, que o fenômeno tenha proporcionado o efeito inverso. Ou seja, pessoas que estão cada mais “DESinformadas”, já que diante do democrático ambiente virtual, é necessário ter o mínimo de bom senso para escolher os sites certos, verdadeiros, relevantes, e não cair em armadilhas e falsidades que competem com a boa informação.
      Conheço muitas que estão cada vez piores.

      Quanto ao cast, vou escutá-lo para comentar.

  • Pingback: LITERÁRIOCAST 62 | Os clássicos devem ser lidos! – LiterárioCast()

  • Renato Siroma

    Mt bom o podcast!! Virei fã logo no primeiro rsrs.. vou voltar ao numero 1 e ouvir todos.

    • Vixe cara, nem aconselho! kkkk
      Os primeiros programas tem falhas na edição e uma papo bem mecânico pois estávamos no começo! Mas se quiser fazer maratona, fica a vontade!!! rs

      Até mais!