65 | Carrie – A Estranha


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Neste episódio, Rafael Franças (@literariocast) e Marcos Dorian Sá (@marcosdorian) bateram um papo sobre o primeiro livro publicado de Stephen King, Carrie, A Estranha. Deram seus vereditos e também comentaram suas adaptações para o cinema. Programa quase LIVRE de Spoilers (Foram citados pequenos trechos mas que não irão estragar sua experiência).

 

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  • Lucas Rafael Ferraz

    Bom dia!

    Eu vim aqui em defesa do Joe Hill. Cara, vocês destruíram o rapaz! Fiquei em choque. Quando o Marcos disse que ele tem sorte de ser filho do SK fiquei abobalhado.
    Li apenas um livro dele até agora, e achei bom pra caralho, melhor que muita coisa que o pai já fez. Falo de Horns, ou O Pacto em português. Aliás, ótimo exemplo de falta de bolas e excesso de marketing da tradução nacional: devia ser simplesmente Chifres.
    Mas caras, esse livro é bom demais!! É bem escritor, a história é bem elaborada, bem estruturada. Ele me pegou de surpresa em três momentos com coisas que eu jamais imaginaria, foi uma experiência de leitura fenomenal.
    Pode ser que outros livros dele sejam marromeno, não sei dizer, mas achei que o cara escreve bem demais e fiquei com a sensação de que tem potencial para superar até o pai.

    Enfim, é isso!

    Abraço.
    Lucas Ferraz, 26 anos, consultor de TI, São Paulo

    • Pois é cara…. Minha primeira e única leitura do cara foi A Estrada da Noite e me decepcionou muito. Narrativa e elementos legais mas repleta de clichês, muito desses vindo até do pai. A partir dele me desanimou para correr atrás dos outros títulos. Espero lê-los e gostar algum dia… Até mais cara, e desculpa se pareceu muito ofensivo rs

      • Lucas Rafael Ferraz

        Ahaha, não ficou ofensivo não, até porque eu não me ofendo quando falam mal de autor que eu gosto.
        Só fiquei bastante surpreso com a opinião de vocês. Mas, de novo, eu realmente não consigo achar ele tão bosta. Eu entenderia melhor se vocês achassem ele mediano e talz, mas tão bosta assim… hahaha
        Esse livro que você falou é ao de estréia dele. Vai ver ele melhoeou. Horns é de uns três anos depois e eu curti muito.
        Será que o Marcos leu Horns?

        Enfim, abraços!

        • Vou responder aqui esse… kkkkkkkkkkkk
          Eu li sim, meu velho… Continuei achando ele fraquinho. Tomara que ele continue escrevendo pra tirar isso da minha cabeça. Mas, depois que Stephen escreveu “Celular”, acho que tudo se tornou possível… kkkkkkkkkkkkkkkk

    • Lucas, meu queridoooo… Eu fui com muita expectativa por ele ser filho do “Rei”, mas acabei me frustrando. Quando li “A Estrada da Noite”, senti até um leve toque dos filmes dos anos 80 (o que eu adoro), mas achei ele bem perdidão… Parecia até que estava querendo acabar o livro logo…

  • Ricardo Miorin

    Nossa, achei esse cast bem fraco. Como diz o MRG, todo mundo tem direito a ter a sua opinião de merda, mas o que eu ouvi foi só cagação de regra e muita arrogância. Venho ouvindo há pouco mais de um mês e vinha gostando muito dos casts, mas esse foi o mais fraco que eu já ouvi. Sou muito fã de SK, e apesar de não ser um grande fã desse livro (também acho um pouco lento), esperava muito mais do episódio.

    • Infelizmente não tem muito o que eu possa dizer. Fica pro próximo e obrigado por comentar.

    • Grande Ricardo, eu fico feliz que não tenha gostado… Acho que o mundo NECESSITA de ideias contrárias, pois toda unanimidade é burra. Sempre falei pros estudantes que encontrei nas diversas salas de aula que a vida é feita de debates. Precisamos mesmo discordar… Por favor, peço que todas as vezes que discordar, nos deixe saber aqui…

      Um grande abraço e vamos lendo mais King porque o cara é demais.
      PS.: amo “Carrie” e falamos mal do último filme, do livro a gente só fez elogiar…

      • Ricardo Miorin

        Sim, o grande problema nem foi o fato de criticarem o filme, eu realmente achei esse remake totalmente desnecessário, ou falarem que o SK está virando o Caetano Veloso (hahaha). Mas o que me incomodou um pouco foram os participantes, que mostraram pouco conhecimento sobre os assuntos falados, deixando o cast bobo e raso. Acho que isso pode ser culpa do tema, que não rende o suficiente para muita discussão ou pelo fato de ser só duas pessoas debatendo. Espero que meu comentário seja visto como construtivo e não apenas mimimi. Abraço

        • Sempre é, meu querido… Os comentários aqui são os nossos mais valiosos tesouros. Vocês fazem parte da família LiterárioCast… Será sempre bem vindo a comentar… Um grande abraço!!!!

  • Talison

    Talison, Santa Maria, RS
    Faltou citarem o primeiro Remake, de 2002, com Angela Bettis no papel de Carrie, clássico do SBT. Por sinal, muito melhor que o de 2013.

    Como imagem de Carrie, este de 2002 foi o que melhor a representou. Ainda que a atuação da Sissy seja boa, convencendo no papel, Angela Bettis faz jus ao título de “estranha”. É feia, esquisita, caminha torto, não se arruma. Quando bati o olho pensei: “Essa é a Carrie!”.

    O filme, em si, é meia-boca. Tem alguns bons momentos, mas o final deixa a desejar e difere do original. Isso porque esse filme era pra ser o episódio Piloto de uma série, onde a Carrie iria pra outra cidade e continuaria sua vida. Assim, já podemos imaginar como termina.

    Quanto ao remake de 2013, concordo com o que foi dito. Uma das coisas que mais me incomodou foi a forçação de barra na utilização da tecnologia em alguns momentos, apenas para mostrar: “Veja, o filme ocorre nos dias atuais.” Desnecessário.
    O estereótipo da menina popular e menino popular, das suas amigas fúteis, também poderia ser melhor trabalhado sem perder a essência. Afinal, se é pra fazer um remake, que se evolua em alguns aspectos, ou então não se faça nada.
    Fica a sensação de que poderia ter sido feito algo muito melhor. Desperdício de história.
    Outra coisa que me incomodou, e não sei se no original é assim: a Carrie controla seus poderes? No filme, sim, mas achei que funcionaria melhor se ela “explodisse” sempre que se irritasse, sem ter controle da situação. Teria controle só no final. Seria muito mais dramático e plausível para uma menina como ela.

    O Livro, não li. E depois dos comentários de vocês, não lerei, haha! Tenho muito chão de Stephen King pra conhecer antes de chegar em Carrie.

    Por fim, fica meu apoio ao Rafael. Nem consegui terminar de ler A Estrada da Noite, do Joe Hill. Comprei sem saber sua origem paternal. Só depois de não ter gostado e desistir, fui procurar conhecer mais o autor, e pra minha surpresa, descobri que ele era filho do Mestre. Pretendo dar outra chance a ele em Nosferatu, que está sendo elogiado. Espero não perder tempo.

    Grande abraço!

    • Desculpe a demora para responder cara! Concordo contigo quando você fala que o filme teria potencial para ser algo muito melhor, talvez por esse motivo, que nós nos frustramos tanto. Se Carrie já controlava seus poderes? Bem, não da maneira que o filme de 2013 coloca. Ela mesma sabe da existência dos poderes mas nunca teve motivo para usá-los, por isso a impressão no ultimo filme que ela só utilizou de uma “maneira errada” e não “explodiu” como esperávamos. Enfim, obrigado por comentar cara! Até mais!