72 | E as modas…


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Neste episódio, Rafael Franças (@literariocast) e Larissa Siriani (@LarissaSiriani) divagaram sobre as tendências e as declarações recentes da autora Ruth Rocha.

 

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  • Eu AMO bestsellers. Não sempre como leitora, não gostei de Crepúsculo nem de 50 tons, por exemplo mas sei a importância dessas obras no incentivo à leitura de jovens e adultos, então AMO bestsellers justamente por incentivarem às pessoas a ler.

    Confesso que ainda tenho um certo preconceito com livros que ficaram “hypados” demais mas estou lutando para mudar isso e ler algumas dessas “modinhas” pra ver se vou gostar ou não, antes de julgar por ter se popularizado demais, afinal, nem tudo que se torna popular é ruim, se se torna popular, tem um motivo, né?

    • Pois é, tudo que se torna popular é por um motivo. Será que um deles é qualidade? Muitas das vezes é difícil afirmar isso. Concordo contigo que esses livros incentivam a literatura, é é muito bom pensar que eles podem ser a porta de entrada de uma pessoa no mundo da literatura.

      Até mais e obrigado por comentar Isabela!

    • Eu também tinha esse certo preconceito com obras muito comentadas e populares, mas tive que morder minha língua com Jogos Vorazes. No auge do sucesso do livro, eu não queria pegar de jeito nenhum, mas depois de ver o filme, fiquei curiosa e comprei os 2 primeiros e gamei demais na série! Então, sim, a gente não pode achar que porque o livro é popular, não é bom. Pode ser muito bom, como pode não ser. E isso é super relativo.

  • Bana

    Ana Luísa, 23 anos, Santos-SP.

    Acho a Ruth Rocha bem importante para a literatura infantil brasileira e, por isso mesmo, ela deveria tomar cuidado com esse tipo de declaração. Não gostar de um livro, tudo bem. Mas daí a classificar se um livro é ou não literatura, acho demais.

    Assim como a Larissa (e ao contrário do Rafael coração negro), tomo muito cuidado para não julgar a leitura de outras pessoas porque acredito que é bastante improvável que não se aproveite nada de algum livro. Mesmo 50 Tons, apesar da dose exacerbada de machismo (e outros muitos problemas), ajudou as mulheres a perderem a vergonha de assumir que também consomem obras eróticas e a abraçarem a sua sexualidade.

    Parabéns pelo cast!

    PS: Adoro vocês dois, mas senti muita falta da Anna, a musa do podcast! hehehe

    • Concordo quando você diz que é possível sempre aproveitar algo independente do livro lido. Já comentamos algum tempo atrás sobre a questão de qualidade e a quantidade de livros lidos. Sou da opinião que a escolha do livro é muito importante quando você o não tem muito tempo para ler, mas também considero que se não tem critério na escolha, não necessariamente o livro tenha que ir para o lixo. É possível sim abstrair sempre alguma coisa.

      Musa do podcast? Kkkkk Vou tentar inclui-la no próximo programa!

      Até mais e obrigado por comentar!

    • Anna S. Alves

      Owwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwn ♥♥♥♥
      Eu to corrida com o trabalho, mas logo vou ter muito tempo pra gravar. Bom saber que vocês sentem saudades de mim

      Beijos!

  • Maria Faria

    Maria Faria, 32 anos, Uberlândia, contadora.

    Adorei este podcast, quem não gosta de assunto polêmico? Não estava sabendo da polêmica envolvendo Ruth Rocha, fui pesquisar quando vi o tema do podcast (ok, assumo que estava em Marte…rs). O que vou escrever agora não é por ironia, é a mais pura verdade: quando li o resumo do tema, pensei “quem é Ruth Rocha?”. De verdade, posso ter lido alguma obra dela, mas pelo nome não sabia quem era. É importante destacar que não estou questionando a importância de Ruth para a literatura.
    Sobre a opinião dela, acredito que foi um pouco infeliz, é aquele tipo de opinião que é melhor não expressar em público. Li sua entrevista e fiquei me perguntando se ela acha que os contos de fadas também são bobagens. Não li Harry Potter (sim, agora você tem certeza que vim de Marte), mas não tenho dúvidas sobre a representatividade desta obra. Para finalizar sobre a opinião que a Ruth emitiu: ela expressou uma opinião e como não vivemos sob nenhum tipo de coerção, ela tem este direito. Mas com toda certeza ela ganhou seus minutos de fama e será lembrada por muitos como a autora que criticou Harry Potter. Ela foi e será ainda muito criticada pela frase dita, mas o fato é que pessoas que não
    sabiam quem era ela, agora sabem.

    Sobre as modas, acredito que todo best-seller tem seu mérito, ainda que na nossa opinião a obra seja muito ruim. O autor do best-seller encontrou uma lacuna que outro autor ainda não tinha percebido ou expressado. Na verdade, penso que não há best-seller ruim, se vendeu milhões, ainda que as vendas tenham começado com uma boa estratégia comercial (marketing), o livro tem um detalhe que prendeu o público e o tornou uma mania. Um best-seller pode ser ruim para um gosto particular, ou seja, eu não gosto da forma de escrever de determinado autor ou detesto determinado tema e, por isso, jamais vou ler o best-seller tal, mas não é o fato de eu não gostar que torna o sucesso do livro
    questionável. Há gosto para tudo e mercado para todos.

    • Anna S. Alves

      “Quem é Ruth Rocha na fila do pão?” ;D
      Adorei seu comentário

  • Catherine Campestrini Bittenco

    Catherine
    31 anos
    Santos-SP

    E mais uma vez vocês colocaram a boca no trombone. Adoro quando vocês jogam assuntos polêmicos nessa roda de prosa.

    Semana passada eu estava conversando sobre isso com alguma amiga. E nem foi pelo comentário infeliz da Ruth Rocha, mas sobre best-sellers em geral.

    Tem um canal no Youtube no qual o dono fala que não é legal ler best-sellers e que boa literatura encontra-se nas obras menos conhecidas. E isso tem sus verdades e mentiras. Há casos em que um livro super conhecido é extremamente bom. Ele te cativa, te encanta, possui uma escrita maravilhosa e uma fluidez fenomenal. Todavia, há obras que elas simplesmente são best-sellers porque… sério, por que mesmo? Uma coisa e fato: muita gente começa a caminhar pelo mundo da leitura através de obras “mais vendidas”. Muita gente, o que não é o meu caso, começou com Harry Potter. E, na boa, tudo bem. Se a pessoa descobriu seu gosto pela leitura a partir de um livro “popular” não vejo problema algum. O que eu me preocupo é com o fato de a pessoa viver somente na sua zona tosca de conforto, jamais procurando obras mais desafiadoras.

    Por outro lado, algo que nunca entendi ao certo: o que torna um livro best-seller? Cinquenta Tons de Cinza, por exemplo. Ele tá nessa lista devido o lucro? Porque não imagino outro motivo além desse. A escrita é fraca, a criação de personagens é a cópia descarada dos personagens de Crepúsculo e, por mais que a obra tenha sido criada primeiramente em um mundo de fanfics, a autora não deveria ter dado uma vida melhor aos seus “filhos literários”?

    Literatura é tudo aquilo que faça a pessoa ler. Se o livro é bom ou ruim isso nem vem ao caso. Minha ideia continua sendo aquela de que o leitor amadurece com o decorrer dos anos. A Ruth foi completamente infeliz em seu comentário. Nunca li nada dessa autora quando criança. para ser honesta, quando pequena odiava livros infantis, com enredinhos bobos, como se eu fosse uma completa retardada. Acho que foi por isso que meu amor por livros surgiu com Os Karas, Ali não tinha nada de bobo e em dois dias eu devorava as obras do Pedro Bandeira. A Ruth pode ser uma senhora de idade e seus anos como autora podem ter seus méritos e reconhecimentos. Mas, dizer que uma obra, seja ela qual for, não pode ser considerada literatura, sério, é muita petulância. Até hoje eu me pergunto se a JK realmente escreveu os livros do Harry sozinha. As vezes acho que havia uma indústria de pessoas por detrás dela que fazia pesquisas, criava novas tramas ou o que quer que fosse. Mas, independentemente do que quer que seja, puxa, como alguém pode dizer que Harry Potter não é literatura? E toda a pesquisa? E o fato de levar a cultura britânica ao redor do mundo? JK pegou duas coisas que os britânicos estão completamente ligados: os colégios internos e suas adorações por bruxos. Aí eu pergunto para vocês: por que menosprezar isso?

    para concluir, e tentar ser o menos repetitiva possível, acho que o que nos falta é entender essa classificação sobre best-sellers. Quais os parâmetros levados em consideração e, se de fato, o quesito escrita é levado é levado em conta.

    • Catherine, posso responder tua pergunta?

      “o que torna um livro best-seller?”

      Best-seller é mais vendido. Ponto. Aqui não tem espaço pro porquê que um livro é mais vendido. É livro que vende. A pergunta deveria ser: o que faz um livro virar um best-seller. E aí tem tudo que o pessoal comentou no cast, que não necessariamente se traduz na “qualidade” da obra. Pra mim, pessoalmente, tem mais de marketing e da necessidade de comércio das editoras do que da obra em si. Claro, há exceções. Mas uma obra só se torna mais vendida por que tem divulgação, porque as pessoas começam a comentar sobre, o boca-a-boca funciona, e aí entra na lista. Outros entram porque já são autores consagrados e tudo que a pessoa escrever vai vender. Aqui não entra a questão se o livro é “bom” ou não.

      E até essa questão do que é bom, do que é literatura, é tudo muito relativo! O que é bom pra mim pode não ser pra você ou pro Rafael, certo? E quem somos nós pra julgar o que é livro bom? Eu só sei se o livro é bom ou não pra mim, certo?

      Por isso que defendo a Ruth Rocha no seu direito de dizer que Harry Potter não é literatura. O conceito que ela tem de literatura é diferente do meu conceito, do seu conceito, do conceito de todo mundo que cresceu lendo Harry Potter. Eu li a série e amei! Já era leitora muito antes dos bruxinhos, então não foi isso que me impulsionou para o mundo da leitura. A gente pode discordar da opinião dos outros, mas dizer que ela foi infeliz na sua colocação é um exagero, na minha opinião. Afinal, tudo que estamos fazendo aqui, no cast, nos comentários, é justamente dar nossa opinião. E por que ela não poderia dar a sua? Ninguém é obrigado a concordar, mas temos que respeitar e tentar ver o ponto de vista de cada um.

      Eu li pouco da obra dela quando criança, mas desde que tive filhos e mudei pra fora do Brasil, conheci mais e mais a obra da Ruth Rocha e AMO seus livros! É livro pra criança pequena sim, não tem apelo pra quem tem mais de 8 anos. Ela é uma das autoras clássicas da literatura infantil brasileira e deve ser respeitada como tal. Se o conceito que ela tem de literatura é diferente do nosso, pouco importa. Lá no fundo acho uma bobeira essa “briga” que existe entre leitores, porque cada um sabe o que é bom pra si! Existe espaço pra todos. O fato da gente expressar nossa opinião publicamente, seja a Ruth Rocha, ou a galera do Literariocast, não deveria ser motivo para troca de farpas, sabe?

      O fato de você dizer “O que eu me preocupo é com o fato de a pessoa viver somente na sua zona
      tosca de conforto, jamais procurando obras mais desafiadoras” exemplifica um pouco o que estou tentando falar. Por que você se incomoda com o fato de alguns leitores não quererem ler algo mais “desafiador”? Onde está escrito que todo leitor tem que ler obras mais “desafiadoras”? O que é uma obra “mais desafiadora”? São conceitos muito relativos. O que eu acho é que todos deveríamos celebrar a leitura, qualquer que seja. Saber que nem todo livro vai agradar todo leitor. Se alguém quer passar a vida toda lendo clássicos, ou lendo gibi e quadrinhos, o que eu tenho a ver com isso? Eu só sei da MINHA trajetória como leitora, eu só sei do que ME agrada na leitura e só eu sei como posso ME desafiar enquanto leitora.

      Espero que você, Catherine, e galera do Literariocast, levem na boa meu comentário. A ideia é somente tentar acabar com essas divisões e categorias e celebrar que todos somos leitores, eu, você, a Ruth Rocha. Celebrar a diferença de opiniões, o direito de escolha do que queremos ou não queremos ler, sem querer ditar regras. 🙂

  • Bruno Trajano

    Bruno Trajano, vinte e poucos anos, Varjota-CE.
    Então, foi um programa bem interessante, e é sempre legal discutir coisas do tipo. Mas venho agora em defesa desta chamada “modinha de filmes de herói”.
    1º: Rafael, você foi meio “babaca”(com todo respeito, rs) quando falou sobre os filmes.
    2º: É bem injusto o tratamento que é dado aos filmes de heróis, só por eles cumprirem o que prometem.
    O fato é que os filmes da Marvel, são feitos para serem divertidos, e eles se enxergam assim; julga-los por não serem tão profundos’ é algo no minimo injusto, pois seria como ler o Harry Potter esperando que fosse uma historia mais pé no chão” e contasse mais a historia de vida do garoto vencendo no mundo real”.
    Penso que o erro está naquilo que foi mencionado no cast, no comportamento das pessoas e não no “produto em si. Deve-se encarar o produto como ele é.
    O que mais me incomoda no ”50 tons..’ são pessoas tentando “vende-lo” como a melhor historia de amor do mundo, quando a realidade é outra, pois a historia só surgiu pelo desejo de mais sexo em crepúsculo.
    Enfim, eu entendo se você Rafael, não gostar dos filmes achar a série cansativa e etc. mas não dê uma de Ruth Rocha…(rsk). Tente entender que existe muita coisa por trás de toda essa “modinha”, como os quadrinhos que conseguem trazer toda a “profundidade” que falta em alguns filmes.
    Abraços! e obg pelo Cast!
    ps: tenho outros pontos a falar, mas talvez seja melhor eu mandar um email…
    ps: Rafael tu não és a primeira pessoa, que “aparentemente” não tem muito conhecimento sobre quadrinhos,DC, Marvel e etc, que vejo criticando os filmes, mas na minha opinião, se você for criticar realmente, você deve ter alguma base, do contrario, basta dar sua opinião dizendo que não é algo que lhe agrada e ponto. Espero que entenda(m) meu ponto.

    • Anna S. Alves

      HAHAHAHAH tu não aprendeu a ouvir as criticas do Rafa ainda né?
      É o jeito dele.
      E é a internet, não precisa ficar chateado com as pessoas falando sobre algo que você gosta é ruim, é a internet e internet = gente criticando sem base nenhuma hahahahaha

      Mas brincadeiras a parte. Valeu pela opinião. E deixa o Rafa ser feliz julgando as coisas. Ele não ta fazendo mal pra ninguém.

      • Bruno Trajano

        Lol!! rskk!
        Minha vó me ensinou a não deixar os outros falar besteira… ou alguma coisa sobre deixar eles falando sozinhos…rskkk
        Mas eu só me preocupo em “mudar” a opinião de pessoas que gosto”. E eu adoro vocês do Literariocast.
        Sem stress. Eu que agradeço!

  • Rodrigo Basso

    Rodrigo Basso
    29 anos
    Servidor Público Federal
    São Carlos – SP

    A discussão deste podcast meio que continua a discussão do cast #70, no sentido de como escolher os livros que serão lidos no nosso pouco tempo na terra kkkkkkk! (Bjs para Anna “Devoradora de Livros” Alves)
    Interessante como este assunto está em pauta, com outros podcasts falando sobre o mercado de livros e o que vem a ser literatura (ex. o cabulosocast e o 30:MIN).
    Acho que isso está acontecendo porque hoje “ler”, de um modo geral, está em alta e o aumento de leitores gera um grande numero de discussões sobre isso e despertou o interesse do mercado em abocanhar esse novo público consumidor.

    Sobre a discussão das “modinhas”, isso me lembra aquelas bandas que são conhecidas só por um punhado de gente e que de repente cai nas graças do público em geral: os fãs antigos dizem que são melhores porque a conheciam antes de virar “mainstream”e os novos fãs ficam comentando como loucos porque é novidade para eles e acham que “ninguém nunca antes fez música como esses caras”. É um cabo de guerra com cada lado tentando puxar a sardinha para a sua brasa kkkkkk. Acho isso bem natural.

    O que vou escrever a seguir é bem generalista, então leiam com amor no coração.

    Percebo que isso também gerou preconceito dos dois lados: o pessoal que descobriu o prazer da leitura recentemente ODEIA os clássicos, pois seu primeiro contato é com as publicações atuais (as quais possuem linguagem/ritmo/vocubulário muito diferente) e leio muito gente que afirma que não é preciso ler estas obras mais antigas; por outro lado, as pessoas com uma certa carga de leitura torcem o nariz para o que é popular (na velha máxima que “a unanimidade é burra”) e para o que é novo, afinal todas as histórias já foram contadas, como se não fosse possível termos atualmente um novo gênio incompreendido para o nosso tempo…
    No fim, acho que o único problema de verdade é ler somente um tipo de livro. Não acredito que você irá se tornar um leitor melhor se apenas conhecer “best-sellers” ou “prêmios Nobel”, porque é a diversidade das experiências que nos faz amadurecer.
    Parabéns pelo programa, ficou bom somente vocês dois, com o Rafael sendo mais incisivo e a Larissa mais moderada. Quero escutá-la mais vezes no Literáriocast!

    • Maria Faria

      Que legal você ter exposto este ponto de vista, isto acontece mesmo sem percebermos, eu por exemplo torço o nariz para distopias, mas nunca li uma e como não li não critico, já que é questão de um gosto pessoal.

    • “acho que o único problema de verdade é ler somente um tipo de livro”.

      Por que isso é um problema? É um problema pra quem? Pra você? Pra pessoa que só lê um tipo de livro?

      Cada jornada do leitor é individual! A gente não tem que se importar com o que os outros lêem ou não lêem. Se alguém passa a vida toda só lendo romances ou gibi, ou mistério, ou ficção científica, qual é o problema? Se a pessoa está feliz assim, que seja! Pelo menos está lendo.

      • Rodrigo Basso

        Sim, quem acha isso um problema sou eu, simplesmente emiti a minha opinião sobre um assunto. Isso serve para quase tudo na vida: comer só um tipo de comida, conhecer somente um tipo de pessoa, escutar apenas um tipo de música. Para um melhor desenvolvimento em um assunto, você tem que diversificar. Não estou dizendo que vc precisa gostar de tudo, mas saber que existe e ter experiências diferentes é importante, mesmo que for para ter um parâmetro de comparação e reafirmar aquilo que vc prefere.

  • Lucas Rafael Ferraz

    Salve pessoal!

    Apesar de todo mundo já ter comentado tudo que já tinha para ser comentado, não posso me abster de falar como essa mulher foi de um infelicidade galopante ao proferir tal impropério!
    Sério, como que ela fala uma merda dessa? Mas sabe que eu acho bom?
    Porque assim a gente sabe como a pessoa é de verdade. Quanta gente por ai dessa geração dela que tem a mesma opinião mas fala sobre pisando em ovos ou até mesmo finge que pensa diferente, apenas para não se indispor.

    Prefiro que mostrem suas cores verdadeiras, ajuda minha seleção a opinião de quem considerar como válida (estou olhando pra você, Ziraldo).

    Abraços!

  • Pingback: LITERÁRIOCAST 73 | Jornada de Leitor | LiterárioCast()

  • Gislaine Caprioli

    Podcast polêmicos cheios de comentários polêmicos,
    concordo com o Lucas Rafael Ferraz, todo mundo comentou tudo o que tinha
    para ser comentado. Muita gente aqui disse coisas que eu também penso
    e, melhor, falaram bonito e muito melhor do que eu. Haha, então só
    queria comentar uma das dicas da vez: o seriado Demolidor. Estou
    adorando, mesmo sendo ignorante total de quadrinhos, heróis e Marvel,
    mas, para variar, não gosto da personagem principal, mas morro de amores
    pelo Señor Foggy. <3

    Rafael, concordo contigo, acho que julgar faz parte da vida e preconceito também, de um modo geral. O que não concordo é segregação, o que, necessariamente, pode não ser a mesma coisa.

    Um grande abraço, beijo e sucesso!

  • Camila Albuquerque

    Camila Albuquerque – 26 anos – Designer – Recife/PE

    Acho que as modas estão pegando mais ultimamente, pela percepção do público e também pela redução da idade do consumo. Antes, as pessoas demoravam pra comprar coisas, não era tão comum ganhar presente frequentemente dos pais, ter acesso ao dinheiro e cartão. Hoje em dia os jovens consomem MUITO, geralmente até mais do que um adulto. O acesso a informação ajuda a divulgar essa cultura do consumo desenfreado e aí a moda pega. Mesmo modas para um público “adulto” como 50 tons, surgiu na verdade de um derivado do Crepúsculo.

    Mas sobre a dica da vez, só assisti 2 episódios de Demolidor. Não aguentei!!!!! E não entendo esse hype todo que estão fazendo, sério, achei um tédio de assistir.

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  • Maíra

    Pessoal, vocês pegaram um pouco pesado com Ruth Rocha. Ela é uma senhora octagenária gente, dá um tempo, não precisa ser agressivo dessa forma. Ela não falou mal de quem lê os livros, ou mesmo de Rowling. Ninguem e obrigado a achar este ou aquele livro bom. Ou mesmo achar que certo tipo de leitura e literatura. ( seja lá o que isso for). Achei muito pessoal os ataques a ela apenas por causa de uma simplesopinião que vocês não concordam. Eu li todos os livros de Harry Potter e embora tenha me divertido não achei isso tudo não. Os três último livro, aliás, achei BEM fracos, me dê qualquer Ruth Rocha no lugar.

    • Realmente Maíra! Fazia tempo que eu não reouvia o programa e soamos “um pouco” agressivos mesmo. De qualquer forma, peço perdão pela grosseria e agradeço por nos ouvir e comentar. Até mais!