82 | Que público é esse!?


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Neste episódio, Rafael Franças (@literariocast), Larissa Siriani (@LarissaSiriani) e Marcos Dorian Sá (@marcosdorian) conversaram sobre a relação entre o público e o objeto de consumo, sendo este, livros, quadrinhos, músicas, filmes…

 

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Livro – O Senhor da Chuva

Livro – O Nome do Vento

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  • Excelente episódio!
    Mas o que me motiva a reclamar de adaptações audiovisuais é quando as modificações tornaram o negócio ruim. Por exemplo: os primeiros Harry Potter fizeram algumas mudanças, mas os filmes ficaram bons. Com Percy Jackson, por outro lado, os filmes ficaram muuito ruins enquanto o livro é ótimo =/
    E tem essa também: vocês quase não falaram sobre essas críticas a filmes (até porque é LiterárioCast, não FilmeCast), mas acho que com filmes é mais tranquilo porque o filme é uma obra tão “coletiva” que a responsabilidade se dilui (embora, por exemplo, com o último Fantastic Four o diretor tenha sido bastante “agredido”)

    • Pois é, nós somos um pouco chatos. Existem coisas que realmente não ligo. Mas o que não pode acontecer é deturpar a obra qualquer que seja.

      Enfim, muito obrigado por ouvir e comentar cara! Até mais!

  • Este é o primeiro episódio do Literáriocast e já virei fã de vocês. Neste episódio, vocês praticamente retrataram minha interação com diversos fãs ferrenhos de quadrinhos, livros e seriados por vários anos da minha vida. Para diversos tipos de mídia, eu sempre tenho a impressão de que não lhe é permitido o direito de “apenas gostar” de alguma coisa. Por exemplo: você NÃO TEM O DIREITO ler apenas O Hobbit sem ter lido O Senhor dos Anéis antes, ou ser fã do Batman sem ter lido trocentos arcos importantes da história dele, ou ver qualquer um dos filmes dos Vingadores sem que tenha lido todos os arcos que antecederam os filmes. Este traço é ainda mais forte no mundo dos games: se você não jogou um jogo X, não pode jogar o jogo Y que saiu recentemente, e assim sucessivamente. Talvez isso se deva justamente ao fato de que alguns fãs mais atuais sejam um pouco barulhentos com relação a suas novas paixões e, por algum motivo, isso incomoda os fãs de longa data. Como vocês mesmos mencionaram, é aquela relação de ciúmes, de competitividade. A pessoa precisa se sentir mais fã do que as outras. Complicado isso.
    Enfim, parabéns pelo excelente trabalho!

    • Bem, muito bom ter alguém que compartilha da mesma opinião que a gente! rs
      Acho que boa parte da internet é extremista, não existe meio termo. Enfim…

      Até mais Arya, e obrigado por ouvir e comentar!

  • WilsonBemloco

    Primeira bom dia, tarde ou noite, para todos os participantes do Literáriocast. Antes de começar a falar sobre o próprio cast em si, eu vou falar uma breve história de como cheguei até vocês, primeiro eu ouvia o cabulosocast, então eu ouvi os casts com a participação do seu Rafael Franças, e fui atrás do contato dele, então encontrei um lugar maravilhoso na internet.
    Mas voltando ao assunto do cast, eu odeio esses fãs malucos, por exemplo: estava eu todo pimpão no youtube quando me deparo com um vídeo de um jogo que gosto muito que é Dark Souls 2, após ter visto o vídeo fui para os comentários, e ai me aparece um bando de fãs doidos brigando falando que esse jogo citado, era “uma merda, horroroso, ele não é tão bom quanto o anterior” e por isso ofendiam quem gostava do jogo e o youtuber que postou o vídeo.
    Esses fãs só querem gritar para ganhar atenção de alguém, confesso que um dia já exerci muitos atos de fãs malucos, como falar que aquele que só assiste filme de herói e não vai atrás das hq’s “é alguém que não é fã de verdade”, nos dias atuais tento ter uma postura muita mais madura, porque quanto mais respeitosos e inteligentes são os fãs de algo isso só reflete na qualidade daquilo que eles gostam.

    Obrigado pela atenção e carinho, além de proporcionarem um ótimo conteúdo para todos nós.

    • Fico muito feliz em saber que você gosta do nosso conteúdo cara!
      Pois é, público é bem complicado porque nós nos incluímos né. Também somos chatos com algumas coisas. Só temos que levar em consideração que tudo tem limite né rs

      Enfim, muito obrigado por ouvir e comentar!

  • Mega Mendigo

    Mais um ótimo episódio. Sobre o que a Larissa falou(e por sinal muito bem) a respeito dos quadrinhos, o engraçado(para não dizer irônico) é que em tempos mais remotos(anos 40, 50 e por aí vai), as vendas eram incrivelmente maiores do que são hoje em dia. Pra se ter uma ideia, tinha título que vendia 100 mil exemplares, e era visto como venda razoável. Nos dias de hoje, uma série de editora grande, como a Marvel e DC, por exemplo, quando vende abaixo de 30 mil unidades é certo que terá seus dias contados. Claro que existem as exceções, como alguns títulos ditos como de “nicho”, que possuem um público fiel de leitores, que fazem com que as vendas fiquem estáveis(algo entre 30 e 40 mil). Cito o X-Factor do Peter David como uma dessas exceções.

    Certa vez ouvi algo que achei bastante interessante: O fã de hq(muitos), por “dedicarem” anos de suas vidas lendo as histórias, “compreendendo” as sagas, e “entendendo” a “conjuntura” do que é feito, meio que se sente empoderado, numa posição privilegiada de “esse é meu mundo, então são minhas regras”. Quando vem uma adaptação e quebra esse paradigma, o fanboy narcisista se sente menor, acabando por repudiar o que é diferentemente adaptado daquilo que ele já conhece. Seu mundinho é abalado.

    Algo semelhante ocorre quando uma garota tenta “invadir” esse espaço que foi “conquistado” com tanto “esforço”. Pelo menos na cabeça obtusa deles é assim que ocorre(invasão, conquista e esforço deles)

    O que os fãs que segregam as mulheres, ou são simplesmente muito xiitas com aquilo que leem, não percebem que tem espaço pra todo mundo. E outra: são só histórias! Guerras não serão travadas caso uma revista “x” da DC seja descontinuada, ou um personagem seja adaptado de maneira diferente pro cinema. As mulheres tem que ter todo o direito e espaço garantidos pra consumir esses produtos. E mais: tem muito autora/desenhista fazendo trabalhos fenomenais no ramo(uma que gosto bastante é a Marjorie Liu).

  • Maria Faria

    Maria Faria, 33 anos, contadora, Uberlândia – MG
    Já não comentava há algum tempo por motivos de tempo “raro”. Porém, não comentar não quer dizer que não tenha ouvido os casts, que aliás tenho adorado. Lendo os comentários aqui vi pessoas que chegaram agora, e fiquei lembrando que o LiterárioCast foi o primeiro podcast que assinei e passei a ouvir frequentemente. Hoje tenho mais ou menos uns 10 podcasts assinados, mas o LiterárioCast mora no coração de verdade, foi o primeiro e o primeiro ninguém esquece. Vou tentar voltar a comentar com frequência. Abraços!

    • Muito obrigado pela mensagem Maria, isso nos motiva mais a continuar!!

  • Por favor! Me diga que o LiterárioCast não acabou! Estou aqui ansiosa esperando o próximo! Descobri o mundo dos podcasts agora, já ouvi quase todos os casts antigos de vocês. 🙂 Curto Hq, mas não sou dessas de tomar partido e travar guerras por isso, na realidade, acompanho muito pouco essasa sagas e quadrinhos de heróis em geral, curto mesmo graphic novels. Parabéns pelo trabalho, e vida longa ao LiterárioCast!

    Luciana Bento, 30 anos, socióloga e livreira, São Paulo-SP.

    • Não, não acabou! rs
      Apenas tivemos uma pausa. Em breve voltaremos, ok?

      Até mais!

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