88 | A classe social da literatura


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Neste episódio, Rafael Franças (@literariocast), Marcos Dorian Sá (@marcosdorian) e o convidado Igor Rodrigues (@rodriguesigor), bateram um papo sobre a relação das classes sociais com o acesso (ou a iniciação) na literatura.

 

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  • Petrus Augusto

    Petrus Augusto, 28, Desenvolvedor de Software, Recife-PE

    Sobre a pesquisa… Que metodologia foi essa?
    Qualquer pessoa que leia um livro, ou partes nos últimos três meses? Como assim partes?

    Posso pegar um livro de 100 páginas, levar 3 anos para ler ele, e mesmo assim, poderia ser considerado como leitor? De acordo com essa pesquisa, sim… É só eu ler umas 12 páginas a cada 3 meses(isso, querendo ou não, é ler parte de um livro). Desculpe, mas, essa pesquise ai tá furada.. O conceito que ela trabalha, tá furada. (Tem como passar o link dessa pesquisa?)

    Sobre considerar Whatsapp/Facebook como leitura… Por favor né? Uma coisa é querer que tenha mais leitores, outra, é forçar a barra… Isso, é forçar a barra… É a mesma coisa que dizer que Machado de Assis escrevia fantasia… Por favor né!?

    Ainda estou ouvindo… Provavelmente vou comentar mais… Mas, essa foi a primeira coisa que eu discordei, e discordei totalmente!

    (Desculpe se pareceu agressivo, ou algo assim)

    • Tranquilo cara! Pois mais que pareça estranho é exatamente isso! rs

      Você pode conferir o artigo completo aqui: http://www.buchmesse.de/pdf/buchmesse/aumento_gradativo_no_habito_da_leitura.pdf

    • Tranquilo cara! Por mais que pareça estranho, é exatamente isso!
      No post tem os artigos que utilizei como referência. Até mais e obrigado por comentar!

      • Petrus Augusto

        Oi… Boa noite Rafael!!

        Bem, antes de tudo… O link do buchmesse (do artigo em PDF sobre os 88 milhões de leitores) não está abrindo (está dando o erro 404)…

        Mas, sobre o restante que estava funcionando… Bem, sobre os dados mostrados no G1 e no Blogacesso… De fato, considerar que existem 88 milhões de leitores no Brasil é um tanto “válido”… Pena que no G1, não informa se são consideras os “leitores” que leram ‘partes‘ de um livro, mas eu acredito que sim, já que ambos utilizam o IBOPE como base.

        Bem, como falei antes, essa pesquisa está estranha, bem estranha… Pois tipo, o que seria considerado “partes” de um livro? 12 páginas (como eu citei acima)?, 30% de um livro?, o que corresponde esses 30% em páginas?… Tais sacando o que eu quero dizer Rafael?

        Agora, se você me permite comentar sobre o por que eu “duvidar” e questionar tento esses dados… Vou me utilizar de uma “ferramenta” bastante popular, o Facebook..

        Vamos lá, no que eu observo na maioria das pessoas que (que fique claro isso, estou usando uma informação empírica) tem uma dificuldade imensa em entender minucias de um texto/comentário.. Tipo, as pessoas meio que mal conseguem passar da primeira camada de um texto/comentário.. Sem falar na quantidade absurda de pessoas que visivelmente, só leem o título… E varias outras que cometem erros “básicos” de gramática (ex: camiZa… Sim, eu já vi isso, e mais de uma vez por sinal)… Tais me acompanhando?! Pois bem, isso não é normal de uma pessoa que seja leitora… Pois, são coisas “básicas”… Tais sacando?!

        Por favor, sinta-se a vontade (não só você, mas, qualquer pessoa que ler este comentário) em questionar e/ou, discordar de mim! Ficarei grato caso isso ocorra (pois, pode mostrar que eu estou/estava errado, e eu gosto de ser corrigido… Desse modo, eu fico mais “certo” que antes, por assim dizer).

        Nota: Desculpem-me pelo texto longo e pouco sucinto (a meu ver)… É meio que um “problema” que eu tenho por querer explicar/esclarecer de mais as coisas… Desculpa por isso!

        • Nem concordo e nem discordo cara! rsrs
          A pesquisa que utilizei foi apenas um ponto de partida. No programa eu mesmo comento “Considerando que esses números sejam reais…”
          Não devemos pegar essas pesquisa ao pé da letra. Eu a escolhi justamente porque sabia que geraria um questionamento, uma vez que o número (ao meu ver) é bastante expressivo. Não significa que devemos acreditar, certo?

          Muito obrigado por comentar cara!

          PS: Muito bom ver você dando continuidade ao debate aqui nos comentários! rs

  • WilsonBemloco

    Artur de Oliveira, 15, Estudante, São Paulo-SP

    Primeiramente minhas desculpas por não me apresentar, achava eu que aquele comentário não seria lido em cast.

    Olha ai, mas que assunto complicado! Vou tentar analisar a situação de acordo com a visão de um estudante. Acredito que o Brasil ganhou mais leitores, com a geração da internet, mas a triste realidade é que a gigantesca maioria é de uma classe social mais alta, o que nos leva a muitas outras discussões, mas vamos “tentar” pensar só nesse problema.

    E sobre a influência do youtube, eu considero ela parcialmente negativa. Ela só poderia ser 100% positiva se os booktubers apresentassem todo o tipo de literatura, não só young adult e romances ao estilo Nicholas Sparks, mas também apresentar livros reportagens, clássicos de vários gêneros, por exemplo as distopias que estão em alta mas que algumas são simplesmente “cópias ou adaptações” de grande livros como Divergente é para Revolução dos Bichos e Jogos Vorazes é para 1984, com sociedades opressoras que já foram exploradas nós séculos passados.

    Mas fora youtube e um crescimento raso de leitores, vamos falar sobre essa pesquisa. Acho que esses dados estão cobertos de erros e “superstições”, dizendo que um leitor é o cara que leu 20 de páginas de um livro a cada 3 meses, então a menos que o livro tenha 20 páginas ele vai demorar décadas para acabar esse maldito livro!!! OBs: Estou parecendo Igor Rodrigues me exaltando.

    Agradeço pelo atenção e carinho, espero que tenham aproveitado o último dia de 2015!
    E estou no aguardo da live do literariocast, estou ansioso para participar!!!

    • Petrus Augusto

      Oi Artur, tudo bem com você!? (Espero que sim)… Me permite levantar um ponto que, achei meio vago no seu comment, mas que me chamou bastante atenção!?

      Sendo preciso, foi sobre esse trecho:
      Acredito que o Brasil ganhou mais leitores, com a geração da internet, mas a triste realidade é que a gigantesca maioria é de uma classe social mais alta, o que nos leva a muitas outras discussões, mas vamos “tentar” pensar só nesse problema.

      Tipo.. Eu acredito que concordo com você quando se refere diz: ‘a gigantesca maioria é de uma classe social mais alta’…

      Mas, sua frase, essa que eu marquei/citei a cima (está certo? o “a cima” nesse contexto, deve ser usado junto ou separado? Desculpem-me a pergunta, mas, fiquei na duvida), está em aberta… Tipo, você poderia ser mais claro? Pois, esse foi um ponto que me chamou bastante atenção no cast… Tá, eu sei… Não comentei antes, mas, eu quis pensar mais sobre esse isso reouvindo o cast mais tarde, pós um tempinho sabe xD )!

      • WilsonBemloco

        Oi Petrus, está tudo bem comigo sim, espero que com você também.

        Sobre essa parte do meu comentário vou tentar explicar melhor:

        Olha, quando comentei pensei sobre o detalhe que o Sr. Igor Rodrigues tinha comentado, sobre estarem aparecendo novos leitores, mas esses novos leitores já estavam digamos assim “predestinados” a isso, muito pela educação que receberam de seus pais ou de seu grupo de amizades, então já tinha uma grande chance para adentrar no mundo dos livros.

        Mas sobre o que disse de não citar outras discussões que esse detalhe envolve, podia se referir a assuntos como: “Classes sociais mais baixas que não experienciam a leitura”, “Os novos leitores são simplesmente filhos de leitores”, “Entre si os adolescentes não conseguem proliferar o gosto pela leitura”.

        E sobre isso acho que os maiores culpados são os próprios leitores quando formadores de opinião, mas vou ser direto aos booktubers, que muitas vezes se identificam, e acabam sempre falando para um mesmo público um adolescente de “um jeito ‘tal’ com características ‘tal'”, muitas vezes são específicos nesse sentido.

        Vou citar uma experiência que tive com isso:

        Estava eu todo pimpão e faceiro quando me deparo com um vídeo sobre livros de Star Wars (que sou muito fan, diga-se de passagem), e o apresentador falou com muito coesão, explicando tudo muito bem, mas eu tive uma dúvida e perguntei se os livros tinham um teor muito “juvenil”, queria algo mais sério para ler, e o youtuber em questão me respondeu como se eu tivesse o ofendido, por dar a entender que um livro “young-adult” (que o gênero em alta hoje em dia) pode parecer “bobo”.

        E sobre a sua dúvida de a cima ou acima, naquele caso acho que acima estava mais correto, por você estar citando uma informação que estava literalmente “acima” no parágrafo:

        “Sendo preciso, foi sobre esse trecho:

        Sendo preciso, foi sobre esse trecho:
        Acredito que o Brasil ganhou mais leitores, com a geração da internet, mas a triste realidade é que a gigantesca maioria é de uma classe social mais alta, o que nos leva a muitas outras discussões, mas vamos “tentar” pensar só nesse problema.”

    • Pois é cara! Concordo contigo quando você fala da influência do youtube!
      Com relação a pesquisa, por mais que os dados tenham de fato uma discrepância, eu os utilizei apenas para iniciar o debate. De jeito nenhum nós somos obrigados a acreditar neles, beleza? rs

      Até mais cara! Obrigado por ouvir e comentar! E feliz ano novo pra ti também!

      • WilsonBemloco

        Rafael, um feliz ano novo pra você e todo o literariocast.

        E sobre a pesquisa eu entendi que a culpa não é de vocês e ela só é mesmo o ínicio do debate, e obrigado pelo excelente cast!!

  • lucas

    Lucas, 24, Professor em Candói-Pr

    senti um cheiro de Ray Bradbury ai no final do cast hehehehe.

    Vejo meus alunos lendo alguns livros e digo que a maioria deles não apresenta o perfil branco/homem/rico, eles adoram a coleção “vaga-lume” e mesmo que eles leiam livros fora do que é considerado “literatura” isso ainda é um boa coisa, esses livros parecem ser portas de entrada para outros e para hábitos mais saudáveis dentro da sala de aula, sou professor em cidade pequena e alguns dos meus alunos consomem drogas e estão afastados dos pais por abuso/maus tratos. É f&da, cara. As vezes é melhor deixar ele lendo gibi e dar um tempo pra ele do que arrastá-lo para o “mais chato de assis” eles não entendem Capitu, acham o Bentinho um cara qualquer e c&gam para o Escobar, deixa eles lendo “Recruta Zero” para começar e talvez algum dia eles possam apreciar Flaubert.

    • Opa, tudo bom Lucas? Muito legal seu comentário cara!
      Sei como é trabalhar com esse perfil de aluno cara e também sei que é bem complicado. Mas muito legal essa tua iniciativa de “esperar” eles amadurecerem até pegarem obras mais críticas e complexas.

      Obrigado por ouvir e comentar cara! Até mais!

  • Maria Faria

    Mais um podcast super legal. Na verdade eu amei a união de Rafael, Igor e Marcos, tinha certeza que teríamos um pouco de discussão e verdades ditas. Tema complexo e difícil formar uma única ideia. Na verdade, não acredito que leitura dependa de incentivo do governo, acredito mais que o incentivo acontece em casa ou na escola (ok, o governo pode estar inserido nesta parte). Meu incentivo foi na escola, a biblioteca tinha umas pinturas lindas na parede, a professora nos levou lá só uma vez e nunca mais parei de ir lá até sair da escola. Recentemente voltei na escola onde fiz o primário e fiquei espantada em saber que a biblioteca não tem mais desenhos na parede, ou seja, o que me atraiu e poderia atrair mais crianças já não está mais ali. Eram desenhos da Disney e para mim a biblioteca virou uma “cabine dos sonhos”, acredito que isto foi importante para que eu me tornasse leitora. Só que a formação do leitor tem mais uma coisa além do “empurrãozinho”, seja dos pais ou governamental: o fato de gostar de ler. Existem pessoas que não gostam de ler e pronto, simples assim. Eles podem ter sido incentivados na escola ou em casa, mas não gostam de
    ler e isto não vai mudar.

    Sobre políticas de incentivo, estou pessimista como vocês, não vejo investimento em educação, cultura, em nada. As bibliotecas públicas parecem ter regredido. Vou alongar um pouco o assunto para contar um fato.
    Tenho o hábito de doar todos os livros que leio, exceto aqueles muito bons que ganharam 5 estrelas em minha avaliação, em suma, não fico com 95% dos meus livros. Eu os envio por Correios para a Biblioteca Municipal de Pompéu, minha cidade natal, porque lá não tem livraria e a biblioteca municipal só recebe
    novidades se receber doações. É isto mesmo, a prefeitura alega não ter recursos para aumentar o acervo da biblioteca e ela só recebe novidades quando alguém doa livros. A bibliotecária de lá já me contou que alguns usuários da biblioteca esperam ansiosos pelas minhas doações. Fica aí uma dica para quem tem livros empoeirando na estante. Se você já leu e não vai ter tempo de ler novamente, está guardando por qual motivo? Tem pessoas que precisariam de uma outra vida para reler tudo o que tem na estante, quando na verdade poderia compartilhar.

    Nossa, ficou grande demais. Parando por aqui agora! Abraços e feliz 2016!

    • Responderemos seu comentário na leitura de e-mails, ok Maria?
      Feliz ano novo pra você também! Até mais!

      • Maria Faria

        Obrigada Rafael! Nossa, que vergonha, todas as vezes coloco os dados e hoje esqueci. Segue: Maria Faria, 33 anos, contadora, Uberlândia – MG.

  • Wagner RMS, 46, Autor/Webdesigner, Rio-RJ [ http://www.wagnerrms.com ]

    Muito bom o programa, especialmente pra gente que quer entender o Mercado Criativo brasileiro, e que aposta ferrenhamente nele. Nossos leitores são parte fundamental dessa estrutura econômica que, muito além de grana, gera cultura, perspectiva, e até mesmo futuro para a nossa gente (o cara que inventou o celular diz ter feito isso por causa do comunicador do Capitão Kirk, caramba! Precisamos disso nas nossas cabeças também!). A condução do Sr Franças foi impecável, como de costume, Mestre Marcos Dorian Sá acrescentou relatos bastante interessantes e com uma essencial (no sentido de matéria prima) otimismo que muito nos faz falta hoje, mas gostaria de parabenizar especialmente o sempre intenso conterrâneo Igor Rodrigues, gosto muito de seus pontos de vista sempre tendendo a divergir do amplamente aceito como (e que na maioria das vezes não é) verdade. Embasado no que demonstra ser uma visão perspicaz e dados os mais completos e imparciais que se pode colher com seu empenho pessoal, Mestre Igor sempre nos faz pensar além do óbvio, como o fato de vermos (eu também vejo muito aqui no Rio) mais e mais pessoas – só que em suas maioria brancas – lendo livros literários nos metrôs, mesmo que obras mais POP e introdutórias ao bom hábito. Moro perto de uma das Naves do Conhecimento (Irajá) e é triste ver como esse foco de disseminação de cultura e leitura vira só uma lan house grátis, por completa e totalmente desinteressada administração do poder público (pela descrição, creio que essas são as bibliotecas “multimídia” citadas). A própria biblioteca de Irajá, que é até legal, só pode ser escondida do jeito que é de propósito, não há outra explicação. A vereadora que serve (isso mesmo, são empregados, não patrões) nossa região vai ouvir poucas e boas sobre isso quando vier pedir votos novamente. Em tempo, por falar em metrô, entre outros excelentes podcasts (incluindo o ótimo Drone Saltitante), ouço o LiterárioCast no metrô quando vou e volto do Centro do Rio, e a sagaz piada de Igor sobre serem os livros a “fonte de todo o mal” me arrancou constrangedora risada (para um tímido quase patológico, feito eu) bem no meio do vagão hoje!

    Abraço e sucesso para todos, sempre!

    • Olá, tudo bem Wagner? Obrigado pelo seu depoimento cara. Fico bastante triste que a realidade que comentamos no programa seja a da sua cidade e de várias neste Brasil.

      De qualquer agradeço por você ter ouvido, gostado e comentado! Este feedback é muito importante para nós cara! Até mais!

  • Ezequias Campos

    Ezequias Campos, 30, advogado, Maceió, Alagoas

    Eu vejo que o aumento de número de leitores está muito mais relacionado a questão de acessibilidade de bens de consumo, com a reação do mercado, do que com qualquer outra coisa. O que é inegável que aconteceu nesta última década e pouca:o aumento do consumo. Aliais se verifica isso em outras coisas também, como no acesso aos eletrônicos, e acesso ao ensino superior.

    Livros são um produto a ser vendido, havendo mercado a ser explorado. Esse é um fator a ser explorado, além outros inúmeros, mas um fator importante.

    Quanto à medidas a serem adotadas nem todo lugar está tratando os professores desta forma, o Maranhão está fazendo um concurso até interessante de professores, com um valor, menos pior do que em outras regiões. Há uma ilha de excelência aqui e acolá nas escolas públicas.

    Não deveria ser obrigado, mas SIM, estimulado a colocação de crianças de gente importante em escolas públicas, é colocar evidência o que é público, é interessante, mas obrigar… é complicado. Lembro de um caso que chamou a minha atenção, uma ex-senadora, atual vereadora teve um problema neurológico meio que de urgência… e se internou num hospital público daqui.

    Se não tomarmos o público como nosso continuaremos vendo tudo do jeito que está: na ingerência. Afinal, quem verdadeiramente se importa?

    Eu não vejo com tanta tristeza o futuro da literatura, os livros são coisas legais e as pessoas querem ler.

    • Olá, tudo bem Ezequias? É uma verdade que todos no programa foram pessimistas. Mas só pensamos e nos expressamos dessa maneira pois fizemos uma análise geral do que o Brasil está vivendo hoje.
      Mas na verdade, eu torço para que essa situação melhore. Conheço várias pessoas que foram prestar concurso no Maranhão pelo salário atrativo que você comentou. Torço para que casos isolados se tornem maioria em vários municípios ainda, e que tenhamos algo para chamar de “incentivo da literatura”.

      Até mais e muito obrigado por ouvir e comentar!

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  • Lucas Lira

    Lucas Lira, 23, Estudante, Aracaju-SE
    Durante o podcast falaram o tempo quase todo sobre classes sociais, e no final os apresentadores negam as classes sociais falam de “um livro de 150 anos atrás”. Para mim faltou coerência, se é para não falar de classes sociais fazia sentido, mas já que falaram não entendi.

    • Boa noite Lucas, qual livro vocês está se referindo? Não me recordo muito do programa rs

      • Lucas Lira

        Eu acho que se referiram ao “O Capital” de Karl Marx e a “A Riqueza das Nações” de Adam Smith.

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